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INFORME:

TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO OCUPAM AS RUAS DO CENTRO DE TERESINA

/ 2 de mar 2018

A presidente do Sinte-PI, Paulina Almeida, elencou os valores de auxílio de alguns servidores do estado e fez um comparativo ao auxílio implantado no contracheque dos servidores. “Enquanto tem servidor do estado que ganha auxílio alimentação de R$ 800, 600, 450, para os trabalhadores em educação a migalha dada foi de R$ 28, 34, 54, chegando até R$ 130,00”, disse.

“Ao colocar esta migalha, com o nome de auxílio alimentação, no contracheque do servidor, o governo do estado simplesmente reforçou a revolta dos trabalhadores e a posição contrária a esta “auxílio”, excluindo totalmente os aposentados, acabando com a paridade. Queremos o reajuste de 6,81% no vencimento de todos os servidores da educação, professores ativos e aposentados e também dos funcionários de escola, esta é a nossa proposta. Só voltaremos às escolas após o cumprimento da Lei e o pagamento do reajuste”, enfatizou Paulina.

O professor Kassyus Lages alertou os servidores que o governo está preparando o reajuste do IASPI. “Enquanto o governo se nega a pagar o reajuste dos servidores em educação, mas certamente será ágil para aplicar o reajuste do Iaspi nos contracheques dos servidores. Precisamos permanecer firmes na luta pelos nossos direitos, enfatizou Kassyus.

O professor Dídaco, da Regional de e São Raimundo Nonato, mostrou sua revolta quando viu o público presente, “na assembleia realizada dia 27, o no Clube estava lotado quando aprovou este Ato, porém aqui não podemos ver os que lá estavam. Mas na hora de dizer que o Sindicato tem que fazer seu papel, são presentes para cobrar, porém esquecem que eles são o sindicato. A Regional de SRN está em greve e estaremos presente em todos os Atos convocados e só voltará às aulas quando receber os reajuste de 6,81% para todos os trabalhadores em educação”, desabafou Dídaco.

Os representantes dos estudantes também se posicionaram em favor do movimento grevista dos trabalhadoares em educação, por entender que a luta é por uma educação com mais qualidade e escolas dignas para todos.

Faixase cartazes de “Estamos em Greve” mostraram a indignação dos trabalhadores.

Ao percerrer as ruas do centro comercial de Teresina, a população se manifestava em favor da luta dos trabalhadores com aplausos, gritos e sinais positivos aos trabalhadores.

Ao chegar ao Palácio de Karnak, sede do governo estadual, uma equipe seguiu para uma reunião com o secretário de governo do estado, Merlong Solano e representantes da Secretaria de educação e Controladoria Geral do Estado. A reunião em nada avançou na proposta e na implementação do auxilio realizado pelo governo. Porém o Sinte apresentou a postura dos trabalhadores em educação e solicitou uma reunião urgente com a presença do governador. Paulina finalizou a reunião dizendo que “a Greve Continua até que o governo resolva a situação de todos os trabalhadores em educação”.

FONTE:  Sinte-PI

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