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INFORME:

Piauí tem o maior número de mortes no 1° trimestre de sua história

COVID-19 PIAUÍ / 28 de mar 2021

Por causa da Covid-19, o Piauí registrou, de janeiro a março de 2021, 3.181 mortes – o equivalente a 0,1% da população de todo o Estado, que é de 3,195 milhões – representando o ano mais letal de toda a sua história, de acordo com os dados do  Portal da Transparência da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen Brasil).  Em Teresina, a capital, de janeiro a março deste ano, foram contabilizadas 698 mortes. O equivalente 0,08% da população de 868.075 pessoas. Em nível de Brasil, comparativamente, o cálculo é ainda mais letal: foram 337 mil mortes, o equivalente 0,16% da população de 209,5 milhões de pessoas.

Já são 3996 mortes por covid-19 no Piauí desde o início da pandemia – Foto: Estadão Conteúdo

Cruzando os dados da Arpen Brasil e do Painel Epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (Sesapi) a dimensão da Covid-19 nos óbitos do Piauí é revelada com mais força porque dos 3.181 óbitos registrados no estado no primeiro trimestre deste ano, 1.158 foram causados pela Covid-19.

Mais eloquente sobre o impacto da nova onda da Covid-19 no Piauí são do dados da Arpen que revelam que de janeiro a março desde ano, os óbitos que somam 3.181 chegam próximos da metade das mortes registradas em 2020, que teve nove meses na pandemia do coronavírus, que totalizaram 8.096.

O maior número de mortes por Covid-19 neste ano no Piauí  foi este mês de março, que não acabou, mas soma 646 óbitos, contra 225 em janeiro e 287 em março.

Segundo levantamento feito pelo Portal da Transparência da Arpen Brasil, mais 337 mil óbitos foram registrados no país só de janeiro a março

Os reflexos da pandemia do novo coronavírus já haviam transformado o ano de 2020 como o de maior número de mortes registradas no Brasil. Mas esse terrível cenário pode ser ainda pior em 2021.

Somente de janeiro a março, foram mais de 337 mil óbitos registrados no país, sendo 29% por Covid-19, de acordo com levantamento feito pelo Portal da Transparência da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais.

Com a maioria das unidades de saúde em colapso, as estatísticas podem ser ainda mais desastrosas.

O Brasil já ultrapassou os Estados Unidos em média móvel de óbitos, aparecendo com patamar atual de 2,2 mil por dia.

Em 2021, a Arpen Brasil aponta que a doença já é a campeã de mortes, dizimando quase 100 mil de vidas em apenas três meses.

Para o presidente da Arpen, Gustavo Fiscarelli, o estrago pela Covid-19 pode atingir um patamar de mortes ainda mais expressivo:

“Esses três primeiros meses, que ainda não estão encerrados, caminham para um fim dramático. Pelo descontrole da pandemia, a tendência é que os óbitos permaneçam em alta e ao fim deste ano teremos um novo recorde, se nada for feito”, declarou Gustavo Fiscarelli.

O Brasil teve o total de mais de 1,3 milhão de mortes em 2020, no primeiro ano de pandemia do coronavírus. O número é 1,61% maior que em 2019, quando não havia a doença. Oficialmente, mais de 197 mil pessoas tiveram laudo de morte com Covid-19 no ano passado.

A Arpen Brasil explica que o número de óbitos registrados no primeiro trimestre de 2021 deve aumentar, já que os prazos para registros de óbitos em cartório chegam a prever um intervalo de até 15 dias entre o falecimento e o lançamento do registro no Portal da Transparência.

Além disso, alguns estados brasileiros expandiram o prazo legal para comunicação de registros em razão da situação de emergência causada pela Covid-19.

Para Fiscarelli, as estatísticas muitas vezes podem não retratar fielmente a realidade, mas é perceptível o estrago causado pela doença: “Verificamos que o crescimento dos óbitos que se deu em virtude da Covid-19. Teve um impacto muito grande. As causas da morte muitas vezes não estão ao alcance do legislador para fazer uma apuração. Queremos expor à população os números que demonstram crescimento dessa onda. Aguardamos um decréscimo desses números para retomarmos nossa vida normal”.

Demais óbitos

No ranking de 2021, a Covid-19 matou mais que os demais óbitos classificados pela Arpen (violência, acidentes de trânsito, suicídios), cujo número foi de 96.703.

Pneumonia (30.155), septicemia (30.129) e causas cardiovasculares inesperadas (20.244) vêm logo a seguir na relação.

Coronavírus são uma grande família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus (Covid-19) foi descoberto em dezembro de 2019, na China.

A doença pode causar infecções com sintomas inicialmente semelhantes aos resfriados ou gripes leves, mas com risco de se agravarem, podendo resultar em morte.

A transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

A recomendação é evitar aglomerações, ficar longe de quem apresenta sintomas de infecção respiratória, lavar as mãos com frequência, tossir com o antebraço em frente à boca e frequentemente fazer o uso de água e sabão para lavar as mãos ou álcool em gel após ter contato com superfícies e pessoas. Em casa, tome cuidados extras contra a Covid-19.

Principais sintomas das pessoas infectadas pela Covid-19 são 

• Febre

• Tosse

• Falta de ar e dificuldade para respirar

• Problemas gástricos

• Diarreia

• Em casos graves, as vítimas apresentam:

• Pneumonia

• Síndrome respiratória aguda severa

• Insuficiência renal

• Os tipos de sintomas para Covid-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

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