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Pabllo Vittar: “Sou piranha e nunca irei me casar”

Pabllo Vittar / 10 de maio 2021

Durante o show que fez no “Big Brother Brasil”, no último dia 21 de abril, Pabllo Vittar exibiu um anel de brilhantes e deu a entender que estava noiva. A notícia pegou os fãs da drag queen de surpresa e tomou conta das redes sociais. Tudo foi ainda mais comentado depois que ela postou uma foto de mãos dadas com o suposto parceiro, no Instagram. “Piranha também ama”, dizia a legenda.

A novidade, tratada primeiro como notícia, até mesmo pela imprensa, foi uma bem-sucedida estratégia de marketing para o lançamento do single “Ama sofre chora”, disponibilizado nas plataformas digitais na noite da última quinta-feira (6/5). O clipe da música foi lançado no YouTube nesta sexta (7/5). Nele, Pabllo aparece vestida de noiva, mas com a maquiagem borrada, em alusão ao choro.

Uma das prévias divulgadas nas redes sociais mostra a artista falando ao telefone. Na ligação, ela lamenta o abandono de um parceiro que a deixou esperando no altar. “Você diz que meu amor não é para casar e ri desse meu sonho de ir para o altar. Quem você pensa que é para vir aqui me humilhar?”, diz a cantora, antes de chorar. Em outro, enquanto olha para uma fotografia, ela ameaça: “Se você não quiser me assumir, eu vou cantar para todo mundo ouvir”. ”Quem me conhece mesmo sabe que eu sou piranha e que não ia me casar. Mas vocês vão ver que piranha também pode casar, amar, sofre e chora”, Pabllo Vittar.

Sonho

Em coletiva virtual de imprensa aberta ao público realizada nesta sexta-feira (7/6) Pabllo Vittar contou que o clipe surgiu a partir de um sonho em que estava se casando – algo que nunca havia passado pela sua cabeça – e resolveu abraçar a ideia. “Eu já fui tudo: espiã, bandida, mocinha (em seus clipes). Faltava ser noiva”, diz a artista, de 27 anos. No clipe de “Ama sofre chora”, cuja direção ela divide com Flávio Verne, a cantora trocou suas famosas coreografias por uma interpretação dramática, com referência a novelas mexicanas, como “Rubi” (2004).

“É um clipe muito diferente do que venho fazendo, eu me entreguei à atuação. Vão vir o Globo de Ouro, a Palma de Ouro e o Oscar”, brinca. Pabllo contou que o figurino foi inspirado no vestido de casamento da Princesa Diana e estranhou a experiência de se enxergar na posição de noiva, embora diga que as gravações foram das mais prazerosas que já fez. “É uma energia muito louca, parece que vão sair borboletas pela sua garganta. E olha que eu nem ia me casar de verdade, só estava gravando”, comenta. A cantora avalia que o single pode contribuir para normalizar os casamentos entre a comunidade LGBT. “A gente também ama, tem nossos direitos, respira, paga nossos impostos. Então vamos naturalizar o amor entre as pessoas. Acho que o clipe vem reforçar isso mais uma vez.”

Pabllo se diz surpresa com a repercussão que a campanha de divulgação teve, por ludibriar o público com a ideia de que ela estava de fato noiva. “Recebi muitas mensagens de fãs felizes porque eu ia me casar, me desejando coisas boas. E outros dizendo que estavam com ciúmes e muito tristes porque, agora, teriam que me dividir com outra pessoa”, diverte-se.

“Quem me conhece mesmo sabe que eu sou piranha e que não ia me casar. Mas vocês vão ver que piranha também pode casar, amar, sofre e chora”, completa, fazendo referência ao refrão do single. O modo como Pabllo Vittar se define como “piranha” na faixa não é uma novidade em sua carreira. Nos últimos anos, a cantora aderiu a termos considerados pejorativos no universo feminino em suas composições, como no hit “Amor de que”, em que se classifica como “quenga” no refrão. Para ela, a escolha é uma forma de ressignificar certas expressões.

“Na minha cabeça, essas palavras nunca foram algo pejorativo. Minha mãe sempre me chamou assim, eu sempre chamei minhas amigas assim, é sempre para um lado muito positivo. Nas minhas músicas, tento reforçar isso e tirar o estigma da palavra.” “Ama sofre e chora” traz o ritmo do forró, relembrando as raízes nordestinas de Pabllo Vittar, natural de São Luís (MA), mas radicada em Minas Gerais, na cidade de Uberlândia. O forró foi alavancado por sua releitura com o fenômeno da Pisadinha no último ano, que superou o pop e o rap nas plataformas de streaming, conforme indicam dados do Spotify.

FONTE: O IMPARCIAL

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