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INFORME:

Obra do governo Flávio Dino, “ponte sobre o rio Magu” em Santana do Maranhão está paralisada e causa transtornos à população

/ 5 de nov 2019

A oposição formada por Joãozinho Almeida e seu vereadores de apoio que tanto se vangloriaram com a emenda, hoje cruza os braços diante do descaso e da frustração?

A demora da construção da ponte sobre o rio Magu que dá acesso aos dois lados do município de Santana do Maranhão, inclusive ligado a população aos principais prédios da administração como; Seduc, Prefeitura, escolas municipais, além de hotéis, igreja matriz e comerciantes,  está causando transtornos e indignação aos moradores.

A construção da ponte no município foi uma reivindicação histórica dos santanenses, e esperada com muito entusiasmo, mas a lentidão no processo de edificação da obra tem perturbado a paciência de muitos, que já externam indignação contra  os responsáveis.

Infelizmente o motivo da paralisação é obscuro: os responsáveis não explicam a paralisação da obra que já contabiliza três meses que homens e máquinas estão ociosos esperando o sinal para conclusão dá tão sonhada ponte.

A situação é preocupante, já que pessoas afirmam que materiais estão sendo levados, além das estruturas expostas ao tempo, ferragens podem  enferrujar. A falta de proteção das vigas, concreto e ferros pode comprometer a “validade” da ponte. As normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT–NBR) determinam que uma construção desse porte deva durar pelo menos cinco décadas sem manutenção.

Porém, esse tempo pode ser reduzido para menos de 20 anos se as obras forem retomadas sem a preparação necessária do concreto e do aço desprotegido, segundo normas da construção civil.

A obra não foi pensada de forma a parar no meio do cronograma. Não há proteções adequadas de elementos de construção em nenhuma parte. Isso comprometerá a vida útil da ponte se não forem tomadas as providências para devolver a esses materiais uma condição segura. As intempéries e a agressividade do meio ambiente afetam a estrutura, ressaltando que a retomada das obras vai demandar mais dinheiro e quem paga a conta é o trabalhador.

Vale ressaltar que a obra ofertada pelo governador comunista ao grupo Almeida em Santana do Maranhão, parece ser mais uma a ficar no mar de esquecimento, enquanto isso, moradores terão que se contentar com  a realizada por muitos anos.

 

Fonte:  Portal Agrosantana (crédito das fotos: Portal Rio Parnaíba)

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