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INFORME:

Maranhão tem a menor expectativa de vida do Brasil segundo o IBGE

/ 27 de nov 2020

Expectativa de vida no Estado é de 71,4 anos. Em relação à pesquisa feita para 2018 houve um pequeno acréscimo dessa expectativa no Maranhão, que era de 71,1 anos

O Maranhão apresentou, em 2019, expectativa de vida de 71,4 anos, segundo revelaram os dados da Tábua Completa de Mortalidade para o Brasil, divulgada pelo IBGE na manhã de ontem (26). Em 2018 essa expectativa era de 71,1 anos. Embora tenha havido um pequeno acréscimo, esse dado ainda coloca o Maranhão com o menor índice dentre as Unidades da Federação, e abaixo da média nacional, que é de 76,6 anos.

Uma pessoa nascida no Brasil em 2019 tem expectativa de viver, em média, até os 76,6 anos. Isso representa um aumento de três meses em relação a 2018 (76,3 anos). A expectativa de vida dos homens passou de 72,8 para 73,1 anos e a das mulheres foi de 79,9 para 80,1 anos.

Assim, a maior esperança de vida ao nascer entre as Unidades da Federação foi em Santa Catarina, 79,9 anos, assim como foi em 2018, com 3,3 anos acima da média nacional, e a menor, no Maranhão (71,4 anos). Já a menor taxa de mortalidade infantil foi a do Espírito Santo (7,8 por mil) e a maior, no Amapá (22,6 por mil).

A mortalidade na infância (crianças menores de 5 anos) também declinou, de 14,4 por mil em 2018 para 14,0 por mil em 2019. Das crianças que vieram a falecer antes de completar os 5 anos de idade, 85,6% teriam a chance de morrer no primeiro ano de vida e 14,4% de vir a falecer entre 1 e 4 anos de idade.

A menor taxa de mortalidade infantil em 2019, assim como em 2018, foi verificada no Espírito Santo: 7,8 óbitos de menores de 1 ano para cada mil nascidos vivos. Por outro lado, a maior foi, mais uma vez, a do Amapá: 22,6 por mil. O Maranhão tem a taxa de 18,6.

Mulheres vivem mais

Em nove estados do país a expectativa de vida ao nascer das mulheres ultrapassa os 80 anos, a maioria nas regiões Sul e Sudeste do país, com exceção do Rio Grande do Norte e Distrito Federal. As maiores diferenças entre as expectativas de vida de homens e mulheres foram observadas em Alagoas (9,5 anos), na Bahia (9,2 anos), no Piauí (8,6 anos) e em Sergipe (8,5 anos). Considerando os extremos dos valores das expectativas entre homens e mulheres, uma recém-nascida em Santa Catarina esperaria viver em média 15,9 anos a mais que um recém-nascido no Piauí.

A mortalidade masculina supera a feminina. Contudo, a expectativa de vida dos homens em Santa Catarina (76,7 anos) é superior à das mulheres dos estados de Roraima (75,1 anos), Maranhão (75,3 anos), Rondônia (75,5 anos), Piauí (76,0 anos) e Amazonas (76,3 anos).

No caso dos homens, a menor expectativa de vida foi encontrada no Piauí (67,3 anos), 9,4 anos inferior ao valor observado em Santa Catarina (76,7 anos).

Uma recém-nascida em Santa Catarina esperaria viver em média 8,1 anos a mais do que uma recém-nascida no Estado de Roraima.

Piauí, Maranhão e Alagoas possuem expectativas de vida masculina de 67,3 anos, 67,7 anos e 67,9 anos, respectivamente, valores bem inferiores à média nacional, que é de 73,1 anos.

Enquanto que nos homens maranhenses a expectativa de vida era de  67,7, no caso das mulheres maranhenses é de 75,3, ou seja as mulheres tendem a viver cerca de 7 anos a mais.

Linha da vida do maranhense e do brasileiro

Em 1940, a expectativa de vida era de 45,5 anos, sendo 42,9 para homens e 48,3 anos para mulheres. Entre 1940 e 1960, o Brasil praticamente reduziu pela metade a taxa bruta de mortalidade (o número de óbitos de um ano dividido pela população total em julho daquele mesmo ano), caindo de 20,9 óbitos para cada mil habitantes para 9,8 por mil. A expectativa de vida ao nascer em 1960 era de 52,5 anos. Ao todo, a expectativa de vida aumentou 30,3 anos entre 1940 e 2016, chegando a 75,8 anos.

Em 2018, de cada mil idosos com 65 anos, 637 completariam 80 anos. As expectativas de vida ao atingir 80 anos, em 2018, foram de 10,4 anos para mulheres e 8,6 para homens.

Uma pessoa nascida no Brasil em 2016 tinha expectativa de viver, em média, até os 75 anos, nove meses e sete dias (75,8 anos). Isso representa um aumento de três meses e 11 dias a mais do que para uma pessoa nascida em 2015.

No Maranhão, quem nasceu em 2014 tinha a possibilidade de viver até os 70 anos. Em 2016 essa expectativa subiu seis meses, ficando 70,6 anos.  Em 2017, o dado permaneceu. E em 2018, embora tenha havido essa evolução, o Maranhão ainda figura em último lugar no ranking da expectativa de vida.

Entre 1940 e 2016, a mortalidade infantil apresentou declínio da ordem de 90,9%, passando de 146,6 por mil para 13,3 por mil, e a mortalidade entre um e quatro anos de idade, redução de 97,1%, indo de 76,7 por mil para 2,2 por mil.

Comparando-se 2017 e 2018, a mortalidade na infância caiu de 14,9 por mil em 2017 para 14,4 por mil em 2018.

Das crianças que vieram a falecer antes de completar os 5 anos de idade, 85,5% teriam a chance de morrer no primeiro ano de vida e 14,5% de vir a falecer entre 1 e 4 anos de idade. Em 1940, a chance de morrer entre 1 e 4 anos era de 30,9%, mais que o dobro do que foi observado em 2018.

Envelhecer
Desde 2012 a população brasileira acima de 60 anos vem crescendo. Hoje, o número de idosos no país supera a marca de 30 milhões, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), divulgada pelo IBGE.

No Maranhão, em 2012, havia 212 mil pessoas entre 60 e 64 anos. Em 2016, dados do último Censo, esse número pulou para 235 mil pessoas, dessas, 122 mil são mulheres.

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2030, o número de idosos ultrapassará o total de crianças entre zero e 14 anos.

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